Ao procurar um psicólogo pela primeira vez, é muito comum se deparar com diversos termos técnicos e linhas teóricas: Psicanálise, TCC, Fenomenologia, Gestalt, Existencial Humanista... É natural surgir a dúvida: "O que exatamente isso significa para o meu atendimento?"

A Psicologia Existencial Humanista é uma abordagem teórica e clínica que coloca a pessoa — e não o seu rótulo ou transtorno — no centro absoluto do processo de cuidado.

A origem da abordagem Humanista e Existencial

Surgida em meados do século XX como uma resposta humanizadora às correntes psicológicas da época, a vertente humanista-existencial integrou os estudos sobre o potencial humano (com nomes como Carl Rogers e Abraham Maslow) à rica filosofia existencialista (Viktor Frankl, Rollo May, Kierkegaard e Sartre).

Em vez de enxergar o ser humano como um mecanismo que precisa ser "consertado", essa visão compreende que cada pessoa possui uma tendência natural ao crescimento, à autorrealização e à busca de sentido para a sua própria existência.

Os 4 pilares fundamentais dessa visão clínica

"O paradoxo curioso é que quando eu me aceito exatamente como sou, então eu posso mudar." — Carl Rogers

A postura terapêutica humanista:

Na terapia existencial humanista, a psicóloga não atua como uma figura superior detentora de todas as respostas para a sua vida. O processo é um encontro genuíno entre duas pessoas, onde caminhamos lado a lado, no seu próprio ritmo.

Como acontecem as sessões na prática

Durante as consultas por videochamada, não há roteiros rígidos ou testes padronizados que engessem o diálogo. A sessão é um espaço aberto, caloroso e dinâmico onde você traz as questões que mais mobilizam o seu coração naquele momento.

Através de perguntas reflexivas, intervenções pontuais e acolhimento atento, a terapeuta auxilia você a desatar nós internos, reconhecer padrões que já não fazem sentido e tomar decisões mais alinhadas com quem você verdadeiramente é.

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O que torna essa abordagem tão acolhedora

O maior diferencial da abordagem existencial humanista é a profundidade do vínculo. Sentir-se verdadeiramente compreendido e aceito por outra pessoa é, por si só, uma das forças mais curativas e transformadoras que existem.

Aqui, você não precisa fingir certezas nem se enquadrar em expectativas alheias. É um convite para você retirar as máscaras sociais e se reencontrar consigo mesmo.

Para quem a terapia Existencial Humanista é indicada?

Essa abordagem é indicada para qualquer pessoa que busque: